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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Todos os espíritos encarnados na Terra já fizeram muito mal para outras pessoas

Todos os espíritos encarnados na Terra já fizeram muito mal para outras pessoas


Escravizar pessoas ou torná-las servas foi uma prática de quase
todas as culturas, por milhares de anos.







“Todos nós já fomos vitimizadores. Fizemos as outras pessoas sofrerem, porque escolhemos mal os pensamentos, os sentimentos, as emoções, as sensações e as crenças a serem cultivadas”.

Trecho do livro Nascer Várias Vezes


Um assaltante mata um homem honesto. Uma tragédia, com certeza. Uma injustiça, pois ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém. O espírito se desprende do corpo sem vida e segue sua vida espiritual. Muito provavelmente o espírito que hoje é vítima se lembrará das muitas mortes que foi o responsável (foi o vitimizador).

Os espíritos encarnados na face do planeta Terra já tiveram centenas de outras encarnações. Já viveram em muitas culturas, com características corporais e sociais diferentes. Partiram de uma condição menos evoluída e foram adquirindo aos poucos habilidades e qualidades nobres. Ou seja, vivendo em culturas diferentes e em níveis menos evoluídos de consciência cometeram atrocidades e deixaram um rastro de vítimas de suas ações.

Todos nós já matamos alguém, já abusamos de alguém, já prejudicamos muito alguém.

Este passado faz parte da vida do espírito que somos nós.

Mesmo tendo praticado (e sofrido) muitas violências estamos encarnados com a vida que temos hoje. Será que a merecemos? Sim e não, é a resposta.

Nossos espíritos se esforçaram muito, seja no plano espiritual, seja em encarnações passadas, para evoluir, amadurecer e superar traumas, bloqueios e condicionamentos.

Nós também somos beneficiados pela misericórdia divina. Deus sabe que somos limitados e mais propensos ao erro por causa de nossas imaturidades. Deus sabe que precisamos do seu perdão e apoio. Ele age para diminuir nosso sofrimento, pois sabe que o positivo gera muito mais evolução que o negativo (o amor ensina mais que o ódio, o perdão mais que o rancor, e assim por diante). Ele nos ajuda propiciando ensinamentos, experiências benéficas, emanando boas vibrações, entre outros benefícios.


Deus organizou a vida encarnada já pensando em nos ajudar. Uma parte dos conteúdos do espírito não influencia a vida encarnada atual, ou seja, fica isolada e sem ação sobre a vida da pessoa. Jamais conseguiríamos progredir se tivéssemos que enfrentar todos os desafios e todas as nossas dívidas e imaturidades de uma única vez. A encarnação protegida e com a missão previamente planejada, é uma forma de dar boas condições para o espírito superar dificuldades e desenvolver habilidades e qualidades. Em cada encarnação enfrentamos alguns desafios, enquanto outros desafios ficam inertes.

Por exemplo: mesmo que ao longo de várias encarnações a pessoa desenvolva muita agressividade, ela pode renascer como uma pessoa pacífica, desde que a agressividade do espírito fique isolada e sem ação sobre a vida encarnada. Desta forma, durante a encarnação, o espírito pode desenvolver algumas habilidades que serão úteis, no futuro, para superar a agressividade.

A vida que temos, com suas dificuldades, é uma vida planejada e muito melhor do que teríamos se não fôssemos protegidos pela misericórdia de Deus.

Já erramos muito, agora é hora de melhorar muito. Cada um segundo seu planejamento e suas possibilidades. Cada um com seus desafios e sofrimentos a serem aceitos e superados. Cada um com suas necessidades evolutivas e com a diversidade de experiências que todos devem experimentar.

Em muitas encarnações fizemos muitas coisas erradas. Já pagamos uma parte da “dívida”, talvez estejamos pagando mais um pouco agora. Tudo depende do total da vida espiritual de cada um, pois JAMAIS podemos julgar alguém apenas pela vida que ele apresenta no momento presente.

A vida encarnada que temos é apenas uma faceta, uma parte, da vida do espírito. A maior parte está inerte, sem ação na vida atual. Outra parte está presente no inconsciente de cada indivíduo. Aquilo que demonstramos é uma parte ínfima, muito ínfima, da vida total do espírito.

Existem Vidas Passadas?

Existem Vidas Passadas?

O fato é que o conceito de evolução espiritual tem como premissa a existência de vidas passadas. A maioria das religiões do mundo abordam essa questão da existência cíclica, inclusive na Bíblia havia essa informação.
Entretanto, em 553 depois de Cristo o II Concílio de Constantinopla, que foi um dos "mensalões da história", simplesmente alterou a Bíblia. Isto só foi possível, porque o imperador Justiniano IV e sua esposa Teodora mandaram prender o papa Virgílio, que era um defensor da visão reencarnacionista, e o mantiveram na prisão por oito anos.
De lá para cá todas as menções bem clássicas e fáceis de compreender citando as existências cíclicas foram apagadas da Bíblia, alteradas e adulteradas.
Mas a real contundência está em olhar ao redor, tudo na natureza evidencia os ciclos: primavera, verão, outono e inverno, o sol nasce todos os dias alternando com a lua, a chuva vira água que vai para o lençol freático, depois sobe, se condensa, vira água de novo e cai aqui na Terra. Então,  seria uma forma de ir contra os princípios naturais da vida se a gente não acreditasse que a existência é cíclica.

Experiência de vidas passadas

Todos nós trazemos questões de vidas passadas para resolver, motivo pelo qual as crianças já nascem com características físicas específicas e também de personalidade. Portanto, a personalidade não é criada durante a infância, mas revelada por elementos da infância que podem lapidar para melhor ou para pior.


Sendo assim, suas vidas passadas fazem parte do que você é hoje, como disse Henry Ford “Se você quer saber o que você vai ser no futuro, olhe para você hoje” e Buda também falava isso.

Apóstolos


A palavra apóstolo foi a denominação dada aos primeiros discípulos de Jesus, que seriam doze indivíduos. Esta é uma palavra grega, que em sua origem significa “mandar adiante de si”. Os apóstolos foram enviados, de dois em dois, por toda a Galiléia, para divulgar a boa nova, a máxima da mensagem do novo messias para todo o mundo, em primeiro lugar para os judeus e depois também para os gentios.
Há ainda mais dois apóstolos. Um seria Paulo de Tarso e outro Tiago, escolhido por Jesus após a ressurreição. Jesus encarregou Tiago de pregar em seu nome. Paulo de Tarso, de acordo com a tradição, teve uma visão de Jesus e depois se converteu ao cristianismo, passando a pregar o evangelho. Pesquisas realizadas com os evangelhos apócritos, ou seja, que não são aceitos pela igreja (mas nem por isso menos verdadeiros historicamente), mostram que Maria Madalena pode ter sido um dos apóstolos, a única mulher a seguir o apostolado de Jesus.
Os atos dos apóstolos é o livro bíblico, escrito por Lucas, que descreve as ações dos apóstolos após a morte de Jesus e sua divulgação da doutrina cristã. Os cristãos acreditam que Jesus teria inspirado diretamente os apóstolos em sua missão e orientado suas ações a fim de transmitir o evangelho ao mundo. Esse intento parece ter dado certo: os apóstolos conseguiram multiplicar os seguidores de Jesus, que foram conhecidos como cristãos, e rapidamente se espalharam por toda a galiléia, e atingindo os centros principais do império romano, num crescimento irrefreável.
Alguns esoteristas afirmam que nada há de aleatório na escolha do número doze como sendo o número dos apóstolos. Os doze apóstolos representam as doze constelações zodiacais. Cada um dos doze representa um signo do zodíaco. Jesus estaria no centro do zodíaco, e seria comparado ao sol central que rege toda a harmonia zodiacal. A escolha do número foi providencial e faz parte das doutrinas secretas que foram ensinadas por Jesus a seus discípulos diretos e mais adiantados. No relicário de Marfim em Fulda, no século X, os apóstolos estão representados contendo um signo de zodíaco em suas cabeças.
Quem não crê que Jesus possuísse qualquer ensinamento secreto, basta se reportar a Lucas 8,10, quando Jesus diz: “A vós vos é dado conhecer os mistérios do Reino de Deus, mas aos outros apenas é dado conhecer por parábolas, para que, vendo, não vejam e, ouvindo, não entendam”. Há outra referência sobre o simbolismo do número doze em apocalipse (21,14) em que se pode ler que o muro de Jerusalém celeste possui doze alicerces, que são identificados como os doze apóstolos: “E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro”.
Vemos a mesma representação dos apóstolos como a representação de um fundamento em Gálatas (2,9): “E conhecendo Tiago, Cefas e João, que eram considerados como as colunas, a graça que me havia sido dada, deram-nos as destras, em comunhão comigo e com Barnabé, para que nós fôssemos aos gentios, e eles à circuncisão (…)”. Observamos um simbolismo dos apóstolos como representações vivas dos fundamentos que deveria ser estabelecidos para a difusão do cristianismo

domingo, 7 de junho de 2015

Cai Farsa

A vida seria tão mais simples e alegre se deixássemos as aparências de lado.
Hoje em dia, em quase todos os nichos sociais há uma máscara de aparência, entre namorados, entre amigos, entre pais e filhos, entre irmãos, entre parentes, no trabalho, na igreja. Nossa! Não sei como ainda se reconhecem!
Tudo é superficial casais fingem carinhos forçados na frente dos amigos, amigos fingem intimidade e cumplicidade na frente dos demais, funcionários fingem entender o chefe, que por sua vez finge ser competente e amigo, pais fingem que  conhecem seus filhos, membros da igreja fingem viver dentro dos dogmas da sua religião e por aí vai.
Mas, no fundo, todos são tristes.
Deitadas em seus travesseiros à noite, esposas choram pela falta de atenção do marido, filhos se revoltam contra seus pais, mães choram por não reconhecerem seus filhos, fiéis ajoelham-se e choram nos  bancos de suas igrejas por não praticarem sua crença da forma pregada.
Dias são somados as suas vidas, mas não existe vida em seus dias que passam!
Por que as pessoas preferem viver sustentando aparências do que, simplesmente, assumir suas frustrações, tristezas, desejos e a partir disso, viver  do jeito e ao lado de quem (realmente) querem – seja de outro alguém ou  sozinho!?
É curioso observar que as pessoas verdadeiramente felizes são consideradas sem graça, bobas, caretas e desinteressantes. Entretanto, elas não são nada disso, pelo  contrário, são felizes porque felicidade não é viver ligado em 220v todos os  dias, fazer uma social em bares, encher as redes sociais com fotos de sua  intimidade, não nada disso.
Felicidade é saber que um dia ou outro você vai  chorar, uma tristeza não se sabe de onde chegará, um dia cinzento vai aparecer, mas nada disso será maior do que sua esperança, do que o seu bem estar, do que a alegria de falar ao telefone com sua mãe, o abraço apertado do seu pai, o carinho de uma criança, o beijo do seu amado, uma boa conversa com sua  amiga, a grandeza de olhar pela janela e ver uma linda tarde de sol e saber que você está triste, mas vai passar. Sempre passa. E tudo ficará bem.
Ser feliz é aceitar que nem tudo serão flores sempre, mas vale a pena continuar  vivendo, sorrindo e amando.

sábado, 6 de junho de 2015

Judas Iscariotes

Silêncio augusto cai sobre a Cidade Santa. A antiga capital da Judéia parece dormir o seu sono de muitos séculos. Além, descansa Getsêmani, onde o Divino Mestre chorou numa longa noite de agonia; acolá, está o Gólgota sagrado, e em cada coisa silenciosa há um traço da Paixão que as épocas guardarão para sempre. E, em meio de todo o cenário, como um veio cristalino de lágrimas, passa o Cedron silencioso, como se as suas águas mudas, buscando o Mar Morto, quisessem esconder das vistas dos homens os segredos insondáveis do Nazareno. Foi assim, numa destas noites, que vi Jerusalém, vivendo a sua eternidade de maldições. Os Espíritos podem vibrar em contato direto com a História. Buscando uma relação mais íntima com a cidade dos profetas, procurava observar o passado vivo dos Lugares Santos. Parece que as mãos iconoclastas de Tito por ali passaram como executoras de um decreto irrevogável. Por toda parte ainda persiste um sopro de destruição e desgraça. Legiões de duendes, embuçados nas suas vestimentas antigas, percorrem as ruínas sagradas e, no meio das fatalidades que pesam sobre o império morto dos judeus, não ouvem os homens os gemidos da humanidade invisível.Nas margens caladas do Cedron, não longe talvez do lugar sagrado onde o Salvador esteve com os discípulos, divisei um homem sentado sobre uma pedra. De sua expressão fisionômica irradiava-se cativante simpatia.Então murmurou alguém aos meus ouvidos.
▬ Sabe quem é este?
▬ Este é Judas.
▬ Judas?
▬ Sim. Os Espíritos apreciam, às vezes, não obstante o progresso que já alcançaram, volver atrás, visitando os sítios onde se engrandeceram ou prevaricaram, sentindo-se repentinamente transportados aos tempos idos. Então, mergulham o pensamento no passado, regressando ao presente, dispostos ao heroísmo necessário do futuro. Judas costuma vir à Terra, nos dias em que se comemora a Paixão de Nosso Senhor, meditando nos seus atos de antanho. Aquela figura de homem magnetizava-me. Não estou ainda livre da curiosidade do repórter, mas entre as minhas maldades de pecador e a perfeição de Judas existia um abismo. Meu atrevimento, porém, e a santa humildade do seu coração ligaram-se, para que eu o entrevistasse, procurando ouvi-lo:
▬ O senhor é de fato o ex., filho de Iscariotes? - Perguntei.
▬ Sim, sou Judas - Respondeu aquele homem triste, enxugando uma lágrima nas dobras de sua longa túnica.
▬ Como o Jeremias, das Lamentações, contemplo às vezes esta Jerusalém arruinada meditando no juízo dos homens transitórios...
▬ É uma verdade tudo quanto reza o Novo Testamento a respeito da sua personalidade, na tragédia da condenação de Jesus?
▬ Em parte... Os escribas que redigiram os Evangelhos não atenderam às circunstâncias e às tricas políticas que, acima dos meus atos, predominaram na nefanda crucificação. Pôncio Pilatos e o tetrarca da Galiléia, além dos seus interesses individuais na questão, tinham ainda a seu cargo salvaguardar os interesses do Estado romano, empenhado em satisfazer às aspirações religiosas dos anciãos judeus. Sempre a mesma história. O Sinedrim desejava 9 reino do Céu, pelejando por Jeová a ferro e fogo; Roma queria o reino da Terra. Jesus estava entre essas forças antagônicas, com a sua pureza imaculada. Ora, eu era um dos apaixonados pelas idéias socialistas do Mestre; porém, o meu excessivo zelo pela doutrina me fez sacrificar o seu fundador. Acima dos corações, eu via a política, única arma com a qual poderia triunfar e Jesus não obteria nenhuma vitória com o seu desprendimento das riquezas. Com as suas teorias nunca poderia conquistar as rédeas do poder, já que em seu manto de pobre, se sentia possuído de um santo horror à propriedade.
***


Planejei, então, uma revolta surda, como se projeta hoje em dia na Terra a queda de um chefe de Estado. O Mestre passaria a um plano secundário e eu arranjaria colaboradores para uma obra vasta e enérgica, como a que fez mais tarde Constantino Primeiro, o Grande, depois de vencer Maxêncio às portas de Roma, o que, aliás, apenas serviu para desvirtuar o Cristianismo. Entregando,. pois, o Mestre a Caifás, não julguei que as coisas atingissem um fim tão lamentável e, ralado de remorsos, presumi que o suicídio era a única maneira de me redimir aos seus olhos.
▬ E chegou a salvar-se pelo arrependimento?
▬ Não. Não consegui. O remorso é uma força preliminar para os trabalhos reparadores. Depois da minha morte trágica, submergi-me em séculos de sofrimento expiatório da minha falta. Sofri horrores nas perseguições infligidas em Roma, aos adeptos da doutrina de Jesus e as minhas provas culminaram em uma fogueira inquisitorial, onde, imitando o Mestre, fui traído, vendido e usurpado. Vítima da felonia e da traição deixei na Terra os derradeiros resquícios do meu crime, na Europa do século XV.Desde esse dia em que me entreguei por amor do Cristo a todos os tormentos e infâmias que me aviltavam, com resignação e piedade pelos meus verdugos, fechei o ciclo das minhas dolorosas reencarnações na Terra, sentindo na fronte o ósculo de perdão da minha própria consciência...
▬ E está hoje meditando nos dias que se foram? . Perguntei com tristeza.
▬ Sim... estou recapitulando os fatos como se passaram. E agora, irmimado com Ele, que se acha no seu luminoso Reino das Alturas, que ainda não é deste mundo, sinto nestas estradas o sinal de seus passos divinos. Vejo-o ainda na cruz, entregando a Deus o seu Destino. Sinto a clamorosa injustiça dos companheiros que o abandonaram inteiramente e me vem uma recordação carinhosa das poucas mulheres que o ampararam no doloroso transe. Em todas as homenagens a Ele prestadas, eu sou sempre a figura repugnante do traidor. Olho complacentemente os que me acusam sem refletir se podem atirar a primeira pedra... Sobre o meu nome pesa a maldição milenária, como sobre estes sítios cheios de miséria e de infortúnio. Pessoalmente, porém estou saciado de justiça, porque já fui absolvido pela minha consciência, no tribunal dos suplícios redentores.Quanto ao Divino Mestre - Continuou Judas com os seus prantos:
▬ Infinita é a sua misericórdia e não só para comigo, porque, se recebi trinta moedas vendendo-o aos seus algozes, há muito séculos Ele está sendo criminosamente vendido no mundo, a grosso e a retalho, por todos os preços, em todos os padrões do ouro amoedado...
▬ É verdade - Concluí -e os novos negociadores do Cristo não se enforcam depois de vendê-lo.Judas afastou-se, tomando a direção do Santo Sepulcro, e eu, confundido nas sombras invisíveis para o mundo, vi que no céu brilhavam algumas estrelas sobre as nuvens pardacentas e tristes, enquanto o Cedron rolava na sua quietude como um lençol de águas mortas, procurando um mar morto.
Judas Iscariotes (Comunicação mediúnica, recebida em P. Leopoldo, no dia 19 de abril de1935
por Francisco Cândido Xavier, extraído do livro
"Notáveis reportagens com Chico Xavier",
Editora IDE - Instituto de Difusão Espírita )Humberto de Campo

quinta-feira, 4 de junho de 2015

10 erros da Igreja Católica










I – A igreja de Cristo não nasceu em Roma, mas em Jerusalém.
a. O catolicismo romano nasceu somente em 325 d.C. com o concílio de Nicéia, promovido por Constantino, imperador de Roma. Ela recebeu esse nome em 381 com o imperador Teodósio.
b. A bíblia revela que o início da igreja cristã foi trezentos anos antes em Jerusalém, e não em Roma. Lc. 24: 47-49; At.1:4, 8, 12-14; 2: 1-5, 37-47. 
II – A autoridade da bíblia está acima da autoridade de qualquer igreja.
a. A igreja católica em 1546 colocou a tradição da igreja em pé de igualdade com as escrituras. Isto significa que só a igreja romana determina o que é verdade e o que não é na bíblia. 
Exemplo: No século IV a igreja romana estabeleceu as orações pelos mortos e sinal –da- cruz feito no ar. No ano de 1100 d.C. introduz na igreja o culto dos anjos.
b. Mt.15:3; Mc.7:13; II Tm.3:16. A bíblia tem autoridade suprema e não a igreja. Devemos aceitar a verdade da palavra de Deus e não uma interpretação particular de uma entidade. I Co.4:6; Ap.22:18
III – A história da igreja e acima de tudo a bíblia nos ensina que só devemos aceitar 66 livros da escritura como inspirado por Deus e não 73.
a. Os 7 livros a mais na bíblia católica foram acrescentados em 8 de Abril de 1546 no Concilio de trento (1545-1563). São estes os livros: Tobias, Judite, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico, Baruque, A epístola de Jeremias, 1 e 2 Macabeus e acréscimos feitos a Ester e a Daniel. 
b. Wayne Grudem alista 4 fatos que comprovam que você não deve recebê-los com Palavra de Deus.
b.1. Eles não atribuem a si a inspiração divina; b.2. Não foram considerados como palavra de Deus pelo povo judeu; b.3. Não foram considerados como escritura por Jesus nem pelos escritores do novo testamento; b.4. Contêm ensinos incoerentes com o restante da bíblia.
Exemplos: Baruc diz que Deus ouve as orações dos mortos (3.4); II Macabeus pede desculpas por seus erros, 15:36-39.
IV – Seguir o Catolicismo é praticar espiritismo, que é condenado por Deus.
a. A partir do momento que os sacerdotes católicos ensinam os seus seguidores a intercederem a Maria, João, José, Pedro ou a qualquer outro que está morto. Ensinam praticas espíritas que é consultar os mortos.
b. Deus condena veementemente consultar os mortos, Dt.18:9-14; Is.8:19-22.
V – A idolatria é um grande pecado diante de Deus.
a. O 3° catecismo-p. 75 da igreja católica ensinam que se deve prestar honra e veneração às imagens de escultura. 
b. A imagem de escultura que é o mesmo que ídolo é condenado expressamente por Deus, Ex.20:4; Dt.7:25-26; Hc.2:18-19; Os.4:12; Mt. 4:10.
VI – O batismo é uma confirmação de fé e não um meio de Salvação.
a. A igreja católica ensina que o batismo infantil deve ser realizado como meio de salvação. Acredita-se que se a criança morrer sem se batizar, irá para o limbo e ficará numa sombra eterna sendo considerada pagã. 
b. Segundo a bíblia o batismo trata de um ato de obediência que expressa fé do batizando em Cristo. Uma criança não tem entendimento suficiente para obedecer e expressar sua fé em cristo. Aliás, o próprio salvador foi batizado aos 30 anos de idade, Lc.3:21-23; Mc.16:15,16.
VII – A palavra de Deus me ensina que só Jesus não cometeu pecado algum.
a.Hb.9:28.1. O ensino católico diz que Maria a mãe de Jesus foi uma mulher que não cometeu pecado algum. 
b. Em Lc. 6:46-47 A própria Maria declarou-se pecadora como qualquer outra pessoa. Em Lc.2:22-24, ela mesma se incluiu no sacrifício de um par de rolas pelo seu pecado.
VIII – Jesus é o único intercessor entre Deus e os homens.
a.I Tm.2:51. A igreja católica coloca Maria e muitos outros como intercessores entre Deus e os homens.2. O próprio Jesus nos ensinou que Devemos pedir ao Pai em Seu Nome, Jo. 15:16; 16:23, 34.
IX – Cristo é o único e grande fundamento da igreja.
a. A história revela que o papado foi instituído com fins políticos. O primeiro papa foi Leão I (440-461d.C.) e não Pedro. O título de papa não existe na bíblia, Ef. 4:11.2. Usa-se Mt. 16:16-19 para afirmar-se que Pedro foi o primeiro papa. O termo usado por Jesus para Pedro é pedra. Contudo a palavra no grego é “petrós”. Jesus empregou-a com o sentido de “pedrinha”. Já para a palavra pedra, da frase “sobre esta pedra edificarei a minha igreja”. Jesus usou o termo grego “petras” para designar rocha (grande pedra). A bíblia ensina que Pedro não passa de uma pequena parte da edificação. Ele mesmo escreveu que Jesus é a pedra de esquina, I Pe.2:4-10.
X – Salvação Eterna só em Cristo Jesus.
a. Para o catolicismo, as boas obras ajudam na salvação.
b. Tal crença despreza o grande amor de Deus. Somos salvos pela graça e não por méritos pessoais. A bíblia nos dá grandes respostas sobre a doutrina da salvação:
b.1. A salvação só vem de Deus, Is.12:2; 25:19; I Tm.4:10; b.2. Salvação só por meio de Cristo. Jo.10:9; At.4:12; Rm.5:1,9; I Ts.5:9; b.3. A salvação é um dom imerecido de Deus, Jo.3:16; Ef.2:8, 9.
“Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade”. II Cor. 13:8

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Como Dizia o Rei Salomão...

Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Tempo de matar, e tempo de curar; tem

po de derrubar, e tempo de edificar;
Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
Que proveito tem o trabalhador naquilo em que trabalha?
Tenho visto o trabalho que Deus deu aos filhos dos homens, para com ele os exercitar.
Tudo fez formoso em seu tempo; também pôs o mundo no coração do homem, sem que este possa descobrir a obra que Deus fez desde o princípio até ao fim.
Já tenho entendido que não há coisa melhor para eles do que alegrar-se e fazer bem na sua vida;
E também que todo o homem coma e beba, e goze do bem de todo o seu trabalho; isto é um dom de Deus.
Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar; e isto faz Deus para que haja temor diante dele.
O que é, já foi; e o que há de ser, também já foi; e Deus pede conta do que passou.
Vi mais debaixo do sol que no lugar do juízo havia impiedade, e no lugar da justiça havia iniqüidade.
Eu disse no meu coração: Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo o propósito e para toda a obra.
Disse eu no meu coração, quanto a condição dos filhos dos homens, que Deus os provaria, para que assim pudessem ver que são em si mesmos como os animais.
Porque o que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo também sucede aos animais, e lhes sucede a mesma coisa; como morre um, assim morre o outro; e todos têm o mesmo fôlego, e a vantagem dos homens sobre os animais não é nenhuma, porque todos são vaidade.
Todos vão para um lugar; todos foram feitos do pó, e todos voltarão ao pó.
Quem sabe que o fôlego do homem vai para cima, e que o fôlego dos animais vai para baixo da terra?
Assim que tenho visto que não há coisa melhor do que alegrar-se o homem nas suas obras, porque essa é a sua porção; pois quem o fará voltar para ver o que será depois dele?